Atrasar el pago de una guardia médica pasó a ser infracción: lo que cambia con la Resolución CFM 2.462
Vigente desde julio de 2026, la norma del Consejo Federal de Medicina prevé multa de hasta 100 anualidades, suspensión e incluso cancelación del registro de...
El atraso genera infracción
Atrasar o pagamento de um plantão deixou de ser prática tolerada e virou infração com sanção. A Resolução CFM nº 2.462, publicada em 22 de maio de 2026 e em vigor desde julho, alcança hospitais, organizações sociais, OSCIPs, fundações, associações, cooperativas e empresas intermediadoras, e prevê punições progressivas: advertência, multa de 1 a 50 anuidades da pessoa jurídica (até 100 em caso de reincidência), suspensão do registro por até 1 ano e cancelamento definitivo, com bloqueio do registro dos sócios. Alegar que o repasse público atrasou não afasta a responsabilidade. Em São Paulo, a Resolução Cremesp 399/2026 foi além e responsabiliza diretores técnicos por atrasos superiores a 5 dias.
A norma não nasceu do nada. Só o Cremesp recebeu mais de 400 denúncias de atraso de honorários em um ano. Reportagens recentes documentam plantões de outubro a dezembro de 2025 ainda em aberto em unidades de saúde de Manaus (O Primeiro Portal), mais de 30 médicos sem receber de uma organização social na Baixada Santista desde novembro (Sindserv Santos) e atrasos de até R$ 50 mil por médico em hospital de Franco da Rocha entre abril e junho de 2026 (Portal Dois Pontos).
O tamanho do problema
O Brasil chegou a 2026 com cerca de 636 mil médicos ativos, segundo a Demografia Médica no Brasil 2025, estudo da FMUSP com a AMB e o Ministério da Saúde. Desses, 64,1% fazem plantão, aponta pesquisa do Afya Research Center coletada em 2024: uma estimativa de mais de 400 mil plantonistas. O plantão de 12 horas paga em média R$ 1.271, e mais de 84% dos plantonistas recebem até R$ 1.500 por plantão. Quando esse pagamento atrasa, atrasa a renda principal de uma multidão.
Onde nasce o atraso
O Observatório Anahp 2026, que reúne os indicadores dos principais hospitais privados do país, mostra o descasamento na origem da cadeia: os hospitais levam em média 77 dias para receber das operadoras de planos de saúde e pagam seus compromissos em 48. A glosa inicial, a parcela do faturamento que as operadoras contestam antes de pagar, foi de 15,9% em 2025, e os valores em aberto devidos pelas operadoras equivalem a 56,5% do faturamento médio mensal dessas instituições. O atraso que chega ao médico, portanto, muitas vezes começa dois elos acima. A resolução do CFM encerrou a discussão sobre de quem é o problema: quem contrata o plantão responde pelo pagamento.
A resposta do mercado: antecipação de plantão
Nesse cenário cresceu no Brasil a antecipação de plantão médico: o médico que emitiu nota fiscal contra um hospital antecipa o valor do trabalho já realizado e recebe via Pix, sem esperar o prazo de pagamento do contratante. Na maior parte das plataformas do setor, porém, a taxa não está publicada no site, o contrato não é público e o custo total só aparece depois do cadastro.
Onde a Medcred entra
A Medcred é a carteira digital do médico plantonista, e a antecipação de plantão é o que a carteira faz. O médico com nota fiscal emitida contra um hospital conveniado pede a antecipação e o dinheiro cai via Pix na conta da empresa dele. Antes de confirmar, ele vê o custo efetivo total da operação na tela: taxa, tarifas e valor líquido, sem surpresa depois. A Medcred aprova a operação, e o crédito é formalizado em Cédula de Crédito Bancário por instituição financeira autorizada pelo Banco Central. O hospital conveniado não paga nada pela antecipação e ganha 15 dias além do vencimento da nota para pagar; se atrasar depois disso, o custo não volta para o médico. E o próximo produto da carteira já tem lista de espera aberta: crédito com liberação via Pix, formalizado, como toda operação Medcred, em Cédula de Crédito Bancário por instituição autorizada pelo Banco Central.
"O médico já fez a parte dele quando o plantão acabou. A Medcred existe para que o dinheiro desse trabalho não fique esperando o calendário de ninguém", afirma Leandro Colhado, fundador da Medcred.
Sobre a Medcred
A Medcred Securitizadora Ltda., CNPJ 65.612.583/0001-57, é a carteira digital que traz inovação financeira à antecipação de plantão médico: conta de pagamento, movimentação e crédito de ponta a ponta, com atuação como correspondente bancária, cada operação formalizada em Cédula de Crédito Bancário emitida por instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil, e o crédito originado pelo INVEXT VALEZINHO FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS RESPONSABILIDADE LIMITADA, CNPJ 68.045.010/0001-87, registrado na Comissão de Valores Mobiliários.



